Em tempos idos tive uma amiga que amei acima de qualquer coisa. Daquelas amigas por quem se dá a vida sem pensar cinco segundos. Foram muitos (muitos mesmo) os anos de convivência. Os últimos, constantemente.
Acontece que numa amizade, tal como quando se está apaixonado/a, tudo é perfeito na outra pessoa. Não existem falhas a apontar e olhamos única e exclusivamente numa direcção- em frente.
É nos difícil considerar que X ou Y atitude de um nosso amigo, e falo dos bons amigos, não teve outro propósito senão ajudar-nos em determinado momento ou situação. Mesmo que essa atitude nos tenha causado transtorno ou nos tenha deixado realmente muito tristes.
Por gostar tanto dessa minha amiga e por julgar que a mesma só me queria bem, abri demasiado a minha porta. Convidei-a mesmo para entrar. E ela entrou. E fez o jogo dela. E saiu da minha vida, assim de mansinho, deixando o caos por onde passou. A pessoa em questão, partilhou comigo alguns dos melhores momentos da minha vida. Alegria, êxtase, felicidade, foram sentimentos que estiveram sempre presentes na base da nossa relação. Estou grata por isso. Estou grata, também, por a minha amiga me ter feito despertar sentimentos menos bons como o ódio, rancor e desprezo. A sério que estou. Nunca fez parte dos meus objectivos morrer estúpida.
A minha amiga que, obviamente, deixou de o ser há muito tempo, deu-me a conhecer o melhor e o pior de mim, da minha pessoa, sentimentos e estados de alma que eu nem sabia que existiam em mim. E tudo isto é bom. É positivo. Fez-me crescer. E fez-me também constactar que não quero ser como ela. E que não quero no meu núcleo amizades como a dela.
Acontece que numa amizade, tal como quando se está apaixonado/a, tudo é perfeito na outra pessoa. Não existem falhas a apontar e olhamos única e exclusivamente numa direcção- em frente.
É nos difícil considerar que X ou Y atitude de um nosso amigo, e falo dos bons amigos, não teve outro propósito senão ajudar-nos em determinado momento ou situação. Mesmo que essa atitude nos tenha causado transtorno ou nos tenha deixado realmente muito tristes.
Por gostar tanto dessa minha amiga e por julgar que a mesma só me queria bem, abri demasiado a minha porta. Convidei-a mesmo para entrar. E ela entrou. E fez o jogo dela. E saiu da minha vida, assim de mansinho, deixando o caos por onde passou. A pessoa em questão, partilhou comigo alguns dos melhores momentos da minha vida. Alegria, êxtase, felicidade, foram sentimentos que estiveram sempre presentes na base da nossa relação. Estou grata por isso. Estou grata, também, por a minha amiga me ter feito despertar sentimentos menos bons como o ódio, rancor e desprezo. A sério que estou. Nunca fez parte dos meus objectivos morrer estúpida.
A minha amiga que, obviamente, deixou de o ser há muito tempo, deu-me a conhecer o melhor e o pior de mim, da minha pessoa, sentimentos e estados de alma que eu nem sabia que existiam em mim. E tudo isto é bom. É positivo. Fez-me crescer. E fez-me também constactar que não quero ser como ela. E que não quero no meu núcleo amizades como a dela.
0 comments:
Post a Comment