Thursday, December 31, 2009

À minha estrelinha

Sabes estrelinha, estou em atraso contigo.
Já fez mais de uma semana que chegaste a este mundo e ainda não te escrevi a tal carta que andava a projectar na minha cabeça.
Minha querida, sê muito bem vinda.

Sabes que andava há muito, desde o dia que recebi a boa nova, a ansiar a tua chegada. E estava louca para te conhecer pessoalmente. Eu acho que até já nos conhecíamos. Já sabia de cor as horas que costumavas praticar dentro da tua mamã os xutos para jogares à bola cá fora. Lembro-me de todos os pormenores do dia que a tua mamã me disse que queria que eu fosse tua madrinha. E, meu amor, a madrinha está aqui para sorrir com os teus sorrisos e chorar com as tuas mágoas. Não te posso dar o mundo mas prometo amar-te muito. Bem vinda a este mundo, princesa. Que sejas muito feliz.

Tuesday, December 29, 2009

Estou partida por dentro

Imagem roubada daqui só porque é muito gira

Todos nós, num determinado momento da vida, já fizemos coisas de que nos arrependemos. Já pensámos nos ses e nos talvez.

Não sei se me vou arrepender de algo que decidi hoje e é esse sentimento, um misto de peso na consciência com uma inquietação estranha, que me está entranhado na carne e não me deixa adormecer.
Eu sei, sou uma pessoa demasiado preocupada com os outros. Prejudico-me a mim mesma quase em troca de um sorriso de alguém. Mas, e depois? A memória tende a esquecer as coisas boas e a fazer permanecer as ruins. Esquecemo-nos depressa de um acto que nos fez feliz mas teimamos em lembrar uma qualquer tristeza do passado. E já me estou a perder.
Espero que a decisão que tomei hoje tenha sido, no fundo, a mais acertada. E espero conseguir adormecer sem este sentimento de que me está a ser consumida a alma.

Monday, December 28, 2009

Balanço Festivo

Depois da azáfama dos festejos natalícios estamos, finalmente, em nossa casa.
Acampámos cinco dias em casa dos sogrinhos. De salientar que, quando chegámos, ninguém achou grande piada ao nosso mais novo mas passadas umas horas já todos gostavam muito dele.
Bom, o nosso pequeno está doentinho. Não, é obvio que não abusou das rabanadas e dos sonhos. A onda dele é mais ração... O que é facto é que o pequenino vomitou e está com diarreia. Mãe preocupada que só eu, falei com a veterinária umas duzentas vezes ao telefone e esta manhã lá foi ele à clínica. Pois que o bichano está bem, mesmo doente manda pinotes e faz uns sprints malucos. Ao que tudo indica, a má disposição deve-se ao facto do Yoji ter dormido uns bons bocados encostado à porta do recuperador de calor. Sacana.
Bom, relativamente ao balanço (material, vá) deste natal posso avançar que estou bastante satisfeita. Brevemente fotografo e coloco aqui.

Thursday, December 24, 2009

Boas Festas

Directamente de lado nenhum, segue um santo Natal regado só com coisinhas boas. Muita saudinha, felicidade e bons empregos é o que a Maria Verniz deseja.
E agora, que estive cerca de quarenta e cinco minutos a tentar ligar-me à Internet, despeço-me com beijinhos e abraços. Temo que a ligação vá caaaaaaa... bip, bip, bip.

Tuesday, December 22, 2009

Booooooring

Epá... Mas alguém tem ideias de coisas giras para se fazer quando se está por casa, entediada, e já nada mete piada?
Já matei moscas à fisgada, contei o número de pêlos que o meu gato tem dentro das orelhas, parti três pratos e estou na mesma.
Aceitam-se sugestões, sério!

Tuesday, December 15, 2009

Conclusão da minha Wishlist

Pai Natal,

Vim terminar a minha listinha de presentes. Agora arma-te em parvo e mete panos de cozinha e pares de meias debaixo da árvore que para o ano conversamos.


Uma viagem para duas pessoas, obviamente, aqui:

Daqui

Uma Nespresso exactamente como esta:
Daqui

Pronto. Acho que até nem pedi muito.
Acabei, no entanto, de me recordar que o meu telefone anda um bocado maluco, portanto...


Ai que estamos quase no Ano Novo...


Imagem daqui

Ora eu aqui ando num grande dilema... Passo a explicar.
Gosto sempre de saber a quantas ando e gosto de programar tudinho. O passado ano não foi exepção e sabia, antecipadamente, onde, com quem e em que circunstâncias iria passar esse grande momento das nossas vidinhas chamado Reveillon. Pois que estava combinado jantar com um casal amigo e eu estrear-me-ia na comida chinesa. Pareceu-nos bem. Jantar e tal, e depois íamos ao encontro de umas centenas de bebedolas nossos amigos. Entrámos no restaurante e a coisa pareceu-me estranha. Não existiam moçoilas asiáticas a servir os clientes. Eram pois, umas raparigas ali mais para os lados do Cristo Redentor todas bonitas e jeitosas que só elas. Enquanto degustava os aperitivos (que se me recordo eram uns camarões passados em farinha e fritos) decidi-me por provar uma iguaria do outro mundo (diziam os outros). Pois que os pratos vieram até nossa mesa, minúsculos que só eles, e comeram-se numa garfadita. Sairam da nossa contida carteira uns míseros oitenta euros que a malta contava gastar nuns Martinis na festa propriamente dita. Ora já quase a abandonar aquele lugar fantástico que nos deu guarida durante uma horita, esta minha cabeça iluminada que só ela e inocente por ter, até então, um estômago virgem no que toca a enfardar comida chinesa, lembrou-se de perguntar à menina-não-asiática-do-cristo-redentor se existia, naquele mui nobre estabelecimento o tão repudiado Licor de Lagarto. A menina abanou a cabeçita afirmativamente, como se esperasse aquele momento há uns tempos, e vá de trazer a cozinheira que confeccionou as fantásticas iguarias que os nossos estômagos vorazes consumiram. Surpreendentemente a cozinheira era, efectivamente, asiática.
Querida que só ela espetou-me uma garrafa de vidro incolor não com um, nem dois, nem três mas sim quatro lagartos à minha frente. Eu transpirava, pálida e balbuciava palavras que ninguém chegou a perceber. A mulher saca do copito pequeno e enche-o daquela substância radioactiva de côr amarelo fluorescente. Todos os outros riam e davam-me pequenos incentivos. Pego naquilo, abro a goela e engulo.
A única coisa que me recorda ter dito foi exactamente isto: "Tenho um sabor a bicho na boca". Valeu-me a sanita, de onde não arredei pé e festejei de joelhos a chegada de 2009, e o namorado, querido que só ele, que me fez cházinhos e festinhas na cabeça.



Monday, December 14, 2009

Uma lareira,

um chocolate quente e um bom livro!

Está um frio do catano!

Coisas que me indignam até a Medula II


Imagem descaradamente retirada daqui


E cá voltamos, uns tempitos depois, com a rubrica Coisas que me indignam até à Medula.

Para começar:
- Homens que batem em mulheres (e se orgulham disso). A eles arrancava-lhes todos os pêlos do corpo com uma pinça e deixava-lhes cair, acidentalmente, dez litros de cera a ferver no rabiosque.
- Condutores de fim-de-semana. Odeio, odeio, odeio. E quem é que já não se cruzou com espécimes destes? Daqueles que andam a quinze à hora, com a esposa ao lado, a sogra e a tia atrás e meia dúzia de putos a torcerem o pipo uns aos outros? E também há dos que levam a lancheira da camping gaz, o cão e dois gatos e fazem um pinquenique volante. Perdão. Ao volante.
- Pessoas que deitam lixo pelas janelas dos carros. Irritam-me todos os que deitam lixo para o chão, de forma geral, mas a estes tenho-lhe um ódiozito especial. Conheço um sítio onde não há, literalmente, um pedaço de chão que se veja. Ele é sacos, caixas de chiclas, maços de cigarros, cotonetes, lenços de papel, comida... A estes enviava-os de um avião, em queda livre, directamente para um daqueles buracões dos aterros sanitários.


E por hoje não se me lembra assim de repente de outras coisas que me indignem. Mas eu volto, prometo, até porque sou uma rapariga muito indignada.

Saturday, December 12, 2009

Declaração de amor à minha pessoa (mais que) especial:

Querido,

Conheces-me bem, sabes perfeitamente que me sinto confortavel quando escrevo. Existem vezes que sou um desastre com as palavras. Ficam-me presas na alma e na garganta e custam-me a sair. Ou, por outra, saem sem antecipadademente terem a verdadeira noção do valor que têm. E eu sei que isso magoa.
Não me é difícil enumerar um sem número de razões pelas quais te amo. Tu sabe-lo.
Venho agradecer-te por me teres dado o teu coração e por teres aceite o meu sem pedir nada em troca.
Confesso-te que me lembro do momento exacto que soube que tu existias para mim. Foi num dia, como tantos outros, que te vislumbrei sem tu me notares e senti que te queria para sempre. Tudo em ti era perfeito, demasiado bom para ser real. Não estava acostumada a que me tratassem assim, aliás, eu não deixava, simplesmente, que se aproximassem de mim. Elaborava um conjunto de contras na minha cabeça e retirava-me. Estava, inconscientemente, à tua espera para, juntos, descobrirmos sensações e sentimentos tão bons que não é possível descrevê-los.
Sei que sabes que daria a minha vida em troca da tua. Morreria no teu lugar sem hesitar. Ser-me-ia insuportavel viver sem te ter do meu lado a celebrar vitórias comigo e a deixar-me chorar no teu colo.
O dia de hoje é um marco importante nas nossas vidas. Celebremos da forma que melhor conhecemos. Dar-te-ei o meu corpo e deixarei que os teus dedos, que tão bem o conhecem, percorram cada centímetro da minha pele. Quero adormecer colada ao teu beijo, como tantas outras vezes, mas com um significado (ainda mais) especial.
Quero-te para sempre.







Ai que estamos quase no Natal...

E a mim parece-me outra qualquer época. Não me cheira a Natal, (ainda) não respiro Natal.
Ontem, em confidência com a minha melhor amiga, disse-lhe que sinto saudades do tempo em que esboçava um sorriso fresco no rosto. Sempre.
Lembro-me que era uma daquelas pessoas cheia de energia positiva e isso foi-me dito diversas vezes. Quando sofremos ou passamos por determinadas situações na vida, existem sim, repercussões. Não me venham com tretas.
Levamos uma grande pancada na cabeça e dizem-nos que passa, que o tempo cura. Ameniza, no meu ponto de vista. Não há dor que passe nem feridas que sarem na totalidade. Existe sempre uma restia de qualquer coisa que teima em fazer-se notar. Está só ali à espera que algo ou alguém concretizem a proeza de lhe tocar. E o que concluo eu?
Agarrar-me-ei às pessoas, coisas e recordações que me fazem feliz. Que me façam sentir que sim, posso ter umas boas nódoas negras nos joelhos mas que tenho muitas coisas boas para dar e receber. Eu sei que tenho, às vezes só preciso que me relembrem.

Friday, December 4, 2009

Considerações acerca II

Confesso que me farto um pouco das coisas que não me dão estímulo. Ou até podem dar. Não gosto de permanecer muito tempo no mesmo sítio. Gosto de cometer loucuras, de viajar com uma mochila às costas, de me sentir viva. Existem dias que me pergunto porque mantenho este blogue online. Para quê, com que fim. Existem outros tantos dias que me apetece perder-me em frases. Apetece-me escrever com o coração e raras foram as vezes que o fiz. Na minha mesa de apoio permanece um livro lindo, imaculado e com todas as folhas virgens. Ao lado jaz uma caneta que espera, ansiosamente, que os meus dedos compridos a toquem e deslizem, ambos, pelas folhas brancas do livro criteriosamente escolhido para ouvir e calar os meus segredos. Nunca o fiz. Talvez por temer focar os meus pensamentos em determinados assuntos. Sou cobarde, sei-o.

Thursday, December 3, 2009

...

O que eu gosto de me matar a esfregar e limpar para depois me esticar num qualquer sítio, normalmente puffs ou cama, e sentir o cheirinho a limpeza pela casa.

Mudando de assunto, hoje foi dia de visita ao veterinário com o menino Yoji. Pois que estamos de saúde, crescemos muito e pesamos mais quatrocentos gramas.
Foi administrado, também, o reforço da vacina e agora, se não existirem problemas que obriguem, só lá voltamos em Abril para a castração.

Wednesday, December 2, 2009

Christmas Wish List I


Querido Pai Natal,

Hoje é dia dois. Estou mais que a tempo de elaborar a minha lista de presentes. Resolvi fazê-lo hoje para que não haja desculpa para o caso de, eventualmente, te esqueceres de algo. Faltam vinte e três dias para o grande dia, repito, VINTE-E-TRÊS-DIAS!

Um LCD para o nosso quartinho. Assim giro. Estamos a precisar e tu sabe-lo.
Daqui

Um mini-bar. Não precisa necessariamente de ser este.



Pai Natal, amanhã termino a minha listinha de presentes, sim? E calhando, aproveito e faço já o pedido para o resto da malta.




Tenho andado a sentir-me estranha...

Imagem retirada daqui

Estás tão dentro de mim que me apetece sufocar-te, bater-te e gritar-te que não pode ser assim. Eu não posso gostar tanto de alguém. E se me magoas, como é que eu vou viver? Como vou juntar eu os pedaços do meu coração?

De onde veio esta vontade de te matar com beijos? Já nem sei lidar comigo mesma. Não me conheço mais.

Tuesday, December 1, 2009

Parece-me a mim

que hoje levantei o rabo da cama para ir à sala fumar um cigarro e para fazer um xixizinho quando já estava mesmo, mesmo, mesmo a apertar.
Mas quando é que faz Sol, afinal?

Saturday, November 28, 2009

Yoji

A pedido de muitas famílias, na verdade uma- a minha, aqui vai uma fotografia (ou duas, ou três, ou quatro) do meu mais novo.É fofo o bichano, não é? Eu sabia! Estas fotografias já têm umas semanas. O rapaz está maiorzito. E mais branquinho que, coitado, já tomou uns banhitos. Ele até gosta, se estiver ensonado. A cama dele aos pés da nossa é que parece que não surte grande efeito. É que todos os dias acordamos com o sacana a dormir no nosso meio, tapado até ao focinho. Mas ao que parece já nem o pai se incomoda que ele durma connosco. Ele é um interesseiro e sabe bem dar-nos a volta aos dois.


Wednesday, November 25, 2009

Christmas

Imagem retirada daqui

Neste Natal não vou contemplar a árvore de Natal enquanto me aqueço à lareira sentada num sofá com uma manta no colo. Não a vou contemplar porque não vou ter uma. A minha. É a primeira noite de Natal da minha vida que não vai ser passada com os que me viram nascer. Aqueles com quem passei todas as noites de Natal desde que vim ao mundo.














Saturday, November 14, 2009

Vidas Passadas



Hoje li o meu signo. Apeteceu-me.

Confesso que nunca fui muito de me acreditar. Lá aparecem umas coisas que até batem certo mas nunca fui das que não sai de casa sem ler o signo. Conheço quem o faça, acreditem.

Pois que hoje, quando li o meu signo, levei uma tremenda palmada psicológica. Uma espécie de abanão. Li, com todas as letras que lá estavam escritas, que os nativos do meu signo põem toda a sensibilidade naquilo que fazem. É de todo verdade. Um momento bom ou menos bom da minha vida reflete-se, inevitavelmente, em todas as vertentes para que me direcciono.

Posso dizer que, nos dias de hoje, estou a pagar por tudo o que fiz a mim mesma no passado. E é triste querer avançar com esta coisa, a que chamamos vida, e permanecermos exactamente no mesmo lugar.

Há cerca de cinco anos resolvi matar-me um bocadinho todos os dias. Arrasto ainda comigo sequelas desse outro tempo. Deixei de me alimentar, por vontade própria, e passei a comer, única e exclusivamente, para não desmaiar.
Recordo-me bem de todas as artimanhas a que recorria. E consegui passar despercebida durante uns três anos. Raramente fazia refeições com os meus pais e, quando se proporcionava, escondia pedaços de comida debaixo de folhas de alface, no prato, ou passava-as, com cumplicidade, ao gato que estava debaixo da mesa ansiosamente à espera. Forçava o vómito onde fosse preciso e o meu estômago passou a rejeitar qualquer coisa que ousasse incomodá-lo. Tinha também, religiosamente, a minha melhor amiga escondida debaixo da cama- a balança. E não havia dia que me levantasse da cama e não me pesasse. Fazia-o cerca de três, ou mais, vezes por dia.

O tempo passava e com ele eu enfraquecia. Cheguei a pesar menos vinte e muitos quilos que aquilo que, para a minha altura, é considerado ideal. O tempo passava e não havia quem me conseguisse ajudar. Irremediavelmente caí noutros mundos, tão ou mais perigosos que o primeiro.

Com tudo aquilo que já a mim própria fiz, dou por sorte ainda cá estar para contar (nem que seja para relembrar a mim mesma) as atrocidades que cometi. Sinto muito medo cada vez que o meu corpo me dá um sinal para abrandar, para tomar (ainda mais) conta de mim. Recordo, angustiada, o episódio de ter sido levada para o Hospital com 42º graus de febre (há já mais de uma semana) e um rim que teimava em não fucionar.

Agradeço todos os dias a Deus o facto de ter dado uma segunda hipótese a mim mesma e peço-lhe muita força para ultrapassar todos os obstáculos de cabeça erguida.

Tive a sorte de conhecer o meu bálsamo para a vida- o meu Homem. Que, inconscientemente trouxe com ele uma brisa boa que me curou as feridas, as do corpo e as do coração.
Obrigada, meu amor. Sabes que não tenho como te agradecer. Dei-me a ti para que fizesses do meu corpo o teu templo.

Wednesday, November 11, 2009

Isto não vai nada bem...



Compraria hoje, sem problema algum, um bilhete de ida para o lugar mais recôndito deste mundo. Para mim e para ti, claro. Que sem ti respirar já nem é possível. Mas isso tu já sabes.
Isto vai passar, não vai?


Wednesday, November 4, 2009

actualização II

E o peludo já tem nome!
Yoji, é o nome pelo qual será chamado.
Posso adiantar que é um grande dorminhoco. Dormiu das 21 h de ontem às 11 da manhã de hoje.
Não miou, não chateou, NADA!


Monday, November 2, 2009

actualização I

Depois de um fim-de-semana extenuante a todos os sentidos chegámos, finalmente, à nossa casinha. Fomos há pouco buscar o nosso bebé peludinho. É lindo. Preto arlequim, olhos cobre e um focinho maravilhoso. Tenciono postar fotografias brevemente.
Ainda não tem nome, pretendemos conhecê-lo mais um pouco e então sim, dar-lhe um nome que lhe assente que nem uma luva. É esperto, (muito) brincalhão, come muito e dorme bastante. Alegra-me vê-lo assim. Cheio de vida. Agora vou só até ali curtir um bocado o meu peludo que está a dormitar na caminha do ginásio.

Friday, October 30, 2009

Tatuagens


Imagem daqui

Sempre ouvi dizer que o grande problema é fazer a primeira. Ou é porque se fica apaixonado pela arte (sim, porque para mim o tatuador é um artista), ou é porque se descobre que, secalhar, a dor não é díficil de suportar, ou porque, simplesmente, se quer marcar um pedaço de memória ou sentimento na pele. Para sempre.

Confesso que não sou apaixonada por tatuagens desde sempre. Apaixonei-me quando me gravaram na pele, para todo o sempre, a primeira. Por enquanto, e digo por enquanto porque quero de todo ser tatuada a curto prazo, só tenho uma. Achei por bem tatuar algo pequeno e com significado para mim. E fi-lo. Cada vez que os meus olhos lhe caem em cima recordo-me de pequenos fragmentos de mim, da pessoa que eu era, e de tudo aquilo que eu não fazia ideia viver no futuro. A minha tatuagem, como eu, andou de barco, de avião, dançou para a lua com as estrelas a aplaudir, chorou e sorriu comigo. Já sofreu e já foi amada. Viu partir os que me foram próximos e deu boas vindas aqueles que, como eu, não me conheciam.
É parte de mim que vai morrer comigo. E isso transcende-me.

Thursday, October 29, 2009

...

... esqueci-me de informar que na próxima segunda feira vamos buscar o nosso gatinho. Estou ansiosa e preocupada. Assombra-me a ideia de, eventualmente, acontecer tudo novamente. A criadora aquietou-me e disse-me que estava à disposição. Contou-me que em sete anos dedicados à criação de gatos persa nunca teve um doente.
Confesso que há uns dias reflecti muito e decidi adoptar um gatinho. O meu namorado disse-me que não. Sonhámos ter um persa e vamos tê-lo. E não era por não ter corrido bem à primeira que não iria correr à segunda. E eu acabei por lhe dar razão. Podemos, posteriormente, adoptar um gatinho (até porque todos os que tive e ainda tenho foram adoptados, de momento tenho um que está com os meus pais e está muitíssimo bem) contudo, vamos optar por comprar outro gato. O criador que nos vendeu o Bacardi devolveu-nos o dinheiro, segundo consta o menino já vinha doente, e não fazia sentido, de modo algum, utilizá-lo noutra qualquer coisa.
Uma amiga sugeriu-me que trouxesso o gato que está com os meus pais para o meu apartamento em circunstância de eles irem viver para fora do país. Confesso que ponderei a ideia mas depressa me dei conta que era impossível. O gato é completamente livre de paredes e de rotinas. Sobe às árvores para brincar, dorme nos telhados e passeia imenso no jardim lá de casa. Como é que eu traria um animal que está, desde sempre, acostumado a brincar na rua, a usufruir de algumas centenas de metros quadrados e que é muito feliz assim, para um apartamento? Então decidimos que serão os meus avós os felizes contemplados a cuidar do menino. Terá igualmente muito espaço para brincar, correr e subir às árvores. Vai, certamente, ser igualmente feliz.

Doutor, preciso de ajuda!

Eu juro que não entendo o que se passa com o meu sistema imunitário. Se é que ainda tenho um.
Na passada sexta feira dei entrada no Serviço de Urgência às 22.30h e mandaram-me embora às 5 da manhã. Uma alergia severa, disseram eles. Pois que nos últimos dias ele é dores terríveis na barriga, ele é vomitar o estômago e tudo o que é entranha. Não percebo. Sério.
De tanto ficar doente nos últimos tempos criei uma resistência brutal à amoxicilina e ao ácido clavulânico e agora só lá vou com uma semana de injecções de penicilina no rabo. E parecendo que não é uma coisa que dói. Um bocado, vá. E depois fico com o rabo negro.


Wednesday, October 28, 2009

Voltei para dizer...

que... coiso!

E é isto.


Vamos ter um baby cat (de novo).
É me difícil entrar em casa e olhar para todos os objectos do mini Bacardi. Assim que abro a porta dou de caras com o maldito ginásio de três (tantos) andares que comprámos na véspera do nosso menino nos ter deixado. Olho para os brinquedinhos e para a caminha do nosso Bacardi com um olhar vago e vazio.

Estou de novo à procura de emprego (don´t even ask) e tenho um projecto em mente há já algumas semanas. E garanto que vai ser muito wooooooow.
Este fim-de-semana, com a ajuda da mãe de ambas as partes (entenda-se: mãe, minha e dele; sogra, minha e dele- gosto de complicar) resolvemos proceder a umas alterações aqui em casa.
Pois que vamos trocar de poiso. De quarto, vá. Já idealizei tudo e posso adiantar que a ideia para a decoração partiu de uma orquidea lilás, bonita que só ela, com quem tive o prazer de privar este fim-de-semana.
Projectei, de imediato, uma tela de metro e meio por 40 centímetros, na horizontal, à cabeceira da cama. Daí até ter começado a sonhar com uma cómoda de metro e muitos, toda ela celestial, foi um pequeno passo. E uma chaise longue aos pés da cama, uma mesa de apoio, umas cortinas lindas, uma cama cheia de almofadas grandes, pequenas e médias.
De modo que é isto. Vou manter-me bem ocupada nestes dias que se me avizinham.

Thursday, October 22, 2009

Carta ao meu Bacardi

Meu querido Bacardi,

A cada minuto, que nesta manhã passa, anseio acordar deste pesadelo. Já perguntei ao papá se estou a sonhar e até lhe pedi para, por favor, me acordar.
És muito especial para mim, sabias? Vieste para a tua nova casa e conseguiste em um ou dois dias juntar os bocadinhos do meu coração que estavam espalhados nem sei bem onde. Sempre soube que estávamos destinados um ao outro. Mas mini Bacardi, por que razão o destino quis que partisses tão pequenino ainda? Gosto tanto de ti que imaginei, muitas vezes, a família feliz que seríamos daqui a uns tempos. Imaginava-te a brincar no chão da sala com os meus filhos, a fazermos férias todos juntos e a teres, quem sabe, uma outra companhia. Um amiguinho gato para a vida.
Esta noite o papá e a mamã estavam a ver um filme e tu só dormias ao nosso colo. Colocavamos-te na tua caminha mas tu lá acordavas, todo resmungão, e subias para o nosso colo. Recordas-te? Voltavas a adormecer e nova investida. Quando eu e o pai fomos dormir andámos em pezinhos de lã pela casa para não te acordar. Nem acendemos a luz. A tua caminha ficou aos pés da nossa cama e quando nos deitámos rimo-nos porque conseguimos não fazer barulho suficiente para te acordar. Adormeci com um sorriso nos lábios.
Eram seis da manhã e eu ouvi-te chamar. Secalhar estavas com fominha, ou sede, ou querias ir ao areão, ou querias miminho. Acendi a luz e vi que estavas deitadinho a dormir na caminha, chamei o pai e sorrimos muito. Até que voltaste a miar. E aí o meu coração caiu e partiu-se em pedaços, como antes de te conhecer, e eu sabia que te ia perder. Não pensei que estivesses a ter um pesadelo ou outra coisa para a qual exista explicação. Eu sabia que te ia perder.
Agora quero pedir-te que me desculpes por não ter conseguido estar ao pé de ti. O pai pediu muito e eu, entre lágrimas, expliquei-lhe que não conseguia. Desculpa, mini Bacardi. Desculpa-me não te ter tocado na patinha enquanto partias e desculpa-me, sobretudo, não me ter despedido de ti.
Agora, gatinho lindo, como é que eu vou juntar os cacos do meu coração outra vez? Vais fazer-nos muita falta, Ba!

Wednesday, October 21, 2009

Tenho uma GRANDE, mas mesmo GRANDE

Novidade...


em 3,



















2,





















1... e...















Tcharãaaaaaaaaaaaaaaaaam








Fomos pais. De um gato persa.

Chama-se Bacardi e é um amor. Outra coisa não se esperava (cof cof).
Pois que agora os nosso dias e noites (noites, sobretudo as noites) estão bem mais animados. Acordamos com o mini Bacardi a miar porque quer mimos e perguntamos: vais lá tu desta vez ou vou lá eu?
O mini Bacardi adivinha ser um gatão. Por enquanto é sossegatinho e é um grande maricas. Podem estar 45085 pessoas na sala que se uma sai ele vai sempre atrás. Senta-se a observar o que a pessoa está a fazer e regressa com ela para onde vá. É um espertalhão, é o que é! E também é um bocado porco (porquinho, vá, que ele é muito fofinho). Mijou dentro de dois pares de sapatos meus (é prova que nem para mijar escolhe qualquer cantinho) e cagou-me em cima de um tapete.
Estes hábitos já foram perdidos. Pois que me sentei com ele no areão dos xixis e cocós (eu sentei-me no chão, calma) e não de lá saí, nem eu nem ele, enquanto não deixou presente. Resultou. De mini porquinho virou mini limpinho.
O meu Bacardi é um espectáculo de gato e toda a vida soube que os gatos persas são muito vaidosos e adoram pavonear-se à nossa frente com uma certa indiferença, como que diz: Olha eu todo jeitoso a passear-me à tua frente contigo a escorrer baba pelo canto esquerdo da boca e de olhos vidrados em mim. Sou muito bom! Pois que o mini Bacardi já se pavoneia e nos exibe o seu ar altivo. E, parecendo que não, é giro ver um gatinho meia leca com a mania. É giro, pronto.



Sunday, October 18, 2009

Domingos & Limpezas


Hoje é domingo, esteve um dia fantástico, um sol que não lembra Outono e eu estive enfiada em casa a esfregar tudo o que é canto, parede, azulejo e por aí em diante. Pois que gosto de andar de avental vestido e espanador na mão. É mais forte do que eu e para mim funciona como uma especíe de terapia. Limpezas e ir às compras.

Para mim, em casa, há sempre que fazer. O pó é limpo, preferencialmente, todos os dias. Tudo o que seja chão idem aspas. Hoje foi dia de uma daquelas limpezas a fundo, paredes lavadas com líxivia, moveis fora do sítio e o namorado sempre atrás a perguntar espera lá, mas não tinhas feito já as limpezas do ano? Pois.


Saturday, October 17, 2009

Estou definitivamente a envelhecer , quando...


... saio à noite para beber um copo e vejo a garotada toda na rua a frequentar os MEUS sítios de eleição. Aqueles que normalmente eram a minha casa todos os dias da semana. Pois que as meninas com catorze anos lá estavam de cigarro em punho e copo na mesa muito fresquinhas e jeitosas com a sua mini saia e o decote arrojado. É também comum encontrar um ou outro casalinho, isento de tudo o que seja pudor, a comer-se à grande contra uma parede. E isto não é nada, meus caros.
Não há muito tempo, no meu trajecto bar-dicoteca, tive o prazer de assitir a uma discussão de míudos com não mais de dez anos, acerca da cerveja que mais pujança lhes dava. Um qualquer coitado, teve a infeliz ideia de responder Sagres Lima Light e levou umas arrochadas valentes ali em praça pública porque, diziam os outros, era uma grande menina.
É por tudo isto, que ao Sábado à noite, despejo tudo o que contenha algum teor alcoolico pela goela a baixo o mais rápido possível e venho para casa fazer outras coisas decerto mais divertidas.

Obviamente que depois saio. Lá por volta das quatro da manhã.





Vamos, efectivamente, fazer mudanças

Portanto, se existir a algum problema técnico, declaro que a culpa é totalmente minha.

Friday, October 16, 2009

Eu, louca, aqui me confesso...

Tenho medo que este misto de sensações e sentimentos que não conheco me matem por dentro. Me consumam a alma e me arranquem o coração. Lá fora apetece-me gritar, gritar tão alto para que não haja viva alma que não me ouça. Este silêncio a mim imposto está a matar-me aos poucos. Apetece-me correr para os braços que tão bem me conhecem o corpo e cuspir tudo o que me vai cá dentro para, no fim, receber um abraço e ouvir dizer que está tudo bem.
Por outro lado, aquieta-me o coração sabê-lo eu tão perto de mim. Saber que ele já me prometeu uma vida.
Esqueçamos então o que nos mata.
Unamo-nos uma vez mais, corpo com corpo, beijo com beijo, cheiro com cheiro. Deixamo-nos estar assim, num corpo só, porque ambos só temos uma certeza. Nós.



Wednesday, October 14, 2009

News

Nos últimos dias...

. fiz anos
. cantaram-me os parabéns numa discoteca e da cabine de som incidiu uma luz branca na minha cabeça que, como por milagre, não me cegou
. o meu namorado mandou passar a minha musica que fiz questão de dançar que nem uma grandessíssima maluca

. bebi que nem uma valente mula e no dia seguinte acordei e disse: Foda-se, nunca mais bebo! Juro!
. já bebi depois disso
. hoje recebi a pior notícia do mundo
. desabou-se-me o mundo em cima e estou triste como tudo
. tenho a certeza absoluta que quero o meu homem comigo até ao ultimo dia da minha vida, que o amo mais que tudo e que por ele sou capaz de desbravar mundos
. parti um espelho no dia dos anos
. acho que estão a acontecer fenómenos estranhos nesta casa

Friday, October 9, 2009

A espectacular aquisição

Quero partilhar convosco, caríssimos leitores (julgo ter, pelo menos, um) a nova aquisição aqui da Maria. Uma verdadeira obra de arte, diria até. Esta fantástica Pinturiola é da autoria desta menina e é bonita que só ela. Deixo-vos uma fotografia da obra pendurada na minha casa já admirada por 7463830382 pessoas.
Fantástica, não é?

Vou só ali...

Comer uma deliciosa pasta que se me está a sair do forno e já cá venho escrever umas coisinhas que não interessam a ninguém.

Já referi...

... que estou pela 1876353ª vez a ver a série TODA do Sexo e a Cidade?

Thursday, October 8, 2009

Por aqui...

Hoje dei-me conta que faltam precisamente cinco dias para o meu aniversário. E isto é deveras ridículo. Parece-me a mim que o mês de Setembro iniciou ontem. Não. Estamos em Outubro. A meio, objectivamente.
Honestamente, tenho a dizer que a minha predisposição para ansiar e comemorar os meus aniversários se perdeu... ora vamos cá ver... quando fiz 10 anos. É me muito mais importante ansiar e comemorar o aniversário dos que me são queridos.
E por falar nos que me são queridos, soube ainda há umas horas que os meus pais vão viver para a Suíça. Confesso que, quando eventualmente pensava nisto, e sempre tive a noção que mais dia menos dia iria acontecer, achava piada e sabia que a posteriori sentir-me-ia mais responsavel, talvez. A verdade é que hoje, quando falei com a minha mãe ao telefone, senti que um bocadinho de mim, mais cedo ou mais tarde, se ha de perder. É certo que aos 18 anos saí de casa dos pais directamente para a universidade e não lá mais voltei (exeptuando umas ou outras férias e este ou aquele fim-de-semana). Contudo, é diferente saber que tenho os pais em Portugal, que posso visitar sempre que me apetecer, ou num país que não fica assim tão perto. Posto isto, resta-nos o Skype para viajar uns bons milhares de kilómetros apenas com um click.

Tuesday, October 6, 2009

Coisas que me indignam até a Medula


Imagem descaradamente roubada daqui
Num súbito ataque de inspiração lembrei-me de criar um post (ou vá, muitos! eu sou uma gaja que ando constantemente indignada) com certas e determinadas coisas que me tiram do sério. E a primeira é a falta de educação que por aí se encontra em tudo o que é esquina.
Odeio, O-D-E-I-O, que me tratem por tu pessoas que nunca me viram mais gorda nesta vida. E é engraçado verificar que são as faixas etárias mais novas que fazem questão de insinuar que somos todos amiguinhos e que por termos nascido, quiça, na mesma década, nos devemos dirigir aos outros da mesma forma, fazendo uso da palavra na segunda pessoa do singular. Com isto não pretento dar azo ao boato que sou uma snob de merda. Não sou. Obviamente que pessoas que não conheco e que me sejam apresentadas por amigos num clima a atirar para o informal, trato por tu. Obviamente.
Para exemplificar a coisa, e isto é a situação mais recente que me recordo, fui num destes dias lanchar a um Centro Comercial e a moçoila que naquele momento lá exercia as suas funções laborais não teve meias medidas e achou por bem iniciar um daqueles diálogos Tu cá, Tu lá. Se eu disser que em 7 minutos de conversa a tal moçoila me tratou por Tu cerca de 10 vezes, não estou a exagerar. De todo.




Monday, October 5, 2009

Pois que...

... eu juro, juro, que ontem quando disse que queria sair, voltar à discoteca que em tempos foi a minha primeira casa, não era com a intenção de hoje passar o dia na ronha a comer pizza e a beber sumos de fruta. Ah, e água. Muita água.
Foram suficientes, portanto, dois moscateis, dois martinis branco com limão e vá, uma ou outra caipirinha. Ah, esqueci-me dos shots de Jack Daniel´s!
Pronto, posto isto resta-me dizer que tive, aliás tivemos, uma excelente noite e que me apaixonei pelo meu homem mais uma vez. E soube muito bem recordar o primeiro beijo que ele me roubou ( literalmente) naquela discoteca ha uns meses atrás. E agora só me ocorre isto:



Saturday, October 3, 2009

Por cá...

Já me esquecia de como é bom estar em casa sem fazer n-a-d-a! Ultimamente tenho andado demasiado cansada e stressada. Acabo por descurar da sensatez que me é característica e desato a resmungar com tudo e todos. Estou um bocado farta de ter noção que tenho sido estúpida nas últimas semanas. O que é facto é que, por enquanto, não consigo despir o trabalho à entrada da porta sempre que entro em casa e, irremediavelmente, acabo por não dar a atenção que devia às pessoas que me são próximas. Falo, nomeadamente, do namorado. Sinto que lhe devo dar mais, muito mais. É certo que nunca em tempo algum me pediu (e sei conscientemente que não o fará) nada em troca. Por tudo isto eu digo: do mal, o bem! Estou a convalescer em casa e temos mais três dias só nossos que fazemos questão de aproveitar da melhor maneira.

This is me!

E agora façam lá o favorzinho e vão aqui que isto é giro!



Friday, October 2, 2009

.


E porque hoje me apetece, vou jantar uma deliciosa lasanha e assistir a uns episódios d´O Sexo e a Cidade!

A decoração propriamente dita
















Os candeeiros, giros e baratos que só eles, que todos os
amigos
adoraram e quiseram comprar iguais! Custaram 6
euros os dois.












O vaso e a mesa. O vaso custou 1 euro e foi pintado por mim com tinta preta e uma camada de verniz em spray para dar um ar de graça. A mesa custou 13 euros na Moviflor, posteriormente quero fazer-lhe umas pequenas alterações.


Os quadros, desenhados, pintados e envernizados por mim. Saíram baratíssimos!













O outro vaso, pintado também por mim.

Era suposto colocar mais fotografias. Infelizmente acabou-se-me a bateria da estúpida da máquina.



(já referi que odeio escrever títulos em posts?)

Tomei liberdade e ofereci a mim mesma um presentinho fofo. Já tenho a espectacular caixinha de prata para guardar os meus cartões! Ora que hoje parece-me um dia diferente. Estou doentinha e fiquei de molho, de modo que, hoje e amanhã não há trabalho para ninguém!
Ontem à noite conheci um gatinho abandonado que é a coisa mais doce deste mundo e do outro. Ao contrário de todos os que normalmente vejo na rua, este roçou-se a mim e queria vir connosco para casa. Eu, claro, desatei a chorar que nem uma Madalena e vim a correr a casa buscar comida para o gatinho. Se há coisa que me deixa realmente triste é ver animais abandonados todos os dias. As pessoas passam e evitam olhar. Porquê? Porque é mais fácil! Agora
tenciono levar-lhe comida todos os dias, não soluciona mas pelo menos ajuda. Como prometido, vou postar as fotografias da bricolage que venho a elaborar há umas semanas. Então em 3, 2, 1...

Thursday, October 1, 2009

Deco

Estou a pensar numa ideia mirabolante para tirar as bolinhas de esferovite em demasia dos meus poufs sem que as mesmas fiquem coladas aos candeeiros, às portas, aos armários ou até mesmo às escadas do prédio. Ontem enfiei uma mão no saco da esferovite e quando dei conta toda eu era bolinhas pequeninas e irritantes. Não teve piada! Aproveito para dizer que estou a preparar a decoração do quarto há cerca de 3 semanas e já pintei quadros, vasos, madeiras and so on. Quando a coisa estiver mais compostinha venho aqui deixar umas fotografias e tal. Então, fui!

Wednesday, September 30, 2009

E ainda sobre o dia de hoje...

E hoje diz que até foi um dia fofo. Eis que a vontade de cortar os pulsos e/ou atirar-me da janela da sala (calma, eu moro num rés-do-chão) se me esfumou da cabecinha. Entretanto, folheando a agenda, percebi que faz hoje um ano que me espetei na traseira de um senhor polícia. Literalmente. O que concluí com a situação? Meus caros, jamais leiam sms´s enquanto conduzem, sobretudo na cidade... e em hora de ponta!
Voltando ao meu momento do dia pseudo-deprimente cheguei à brilhante conclusão que possívelmente se deve ao facto de os meus colegas dizerem que tenho um dedo asqueroso, que entretanto vai putrificar e inevitavelmente cair. Tudo coisas que me fazem sentir uma pessoa repugnante.
Bom, agora vou preparar-me mentalmente para amanha estar o dia inteiro fechada numa sala com 10 pessoas a olhar para um Power Point que, honestamente, não faço ínfima ideia daquilo que trata.
Sendo assim, até amanhã, pah!

Hoje está um dia cinzento...

... pelo menos na minha alma. Lá fora está um sol agradavel e um calor que não faz lembrar Outubro. É certo que todos nós a determinada ou determinadas alturas da vida nos questionamos. Reflectimos nos "ses", nos "porquês" e nos "será" e parece-nos díficil mudar o rumo do pensamento que teima em nos deprimir um bocadinho mais. Eu não quero deprimir. Não quero pensar que secalhar daqui a uns tempos os meus assuntos pendentes e os de terceiros poderão, eventual e certamente, tornar a minha vida numa grandessíssima merda.

Monday, September 28, 2009

A menina tem dói dói

Precisei hoje o facto de que aqui não escrevo faz uma semana. Pois que tive uma semana de loucos e trabalhei, inclusive, no Sábado. Ora que a menina está a gostar muito da (muito) constante ocupação no que ao trabalhinho diz respeito. Fui redundante, eu sei.
No Sábado à noite cortei um dedo (tive até direito a ficar sem uma unha) e disse merda muitas vezes. A parte má da coisa (ainda mais má que cortar um dedo e ficar sem uma unha) é que a puta da unha de gel ficou pendurada em dois sítios e a coisa doeu. Doeu muito. Tive direito a uns dez enfermeiros wannabe que é como quem diz, à família do namorado de roda do meu dedinho com cara de que a coisa até era capaz de meter medo. Agora ando com um curativo até ao cotovelo que me dá muito jeito sobretudo quando tomo café.

Tuesday, September 22, 2009

Last Few Days

Hoje assinei o primeiro contrato de toda a minha existência. E fiquei feliz! Se fiquei! Tive até direito a uma garrafa de espumante e coiso e tal. Pelo trabalho está tudo a correr medonhamente bem. Muitos contactos, muitas apresentações e muitas formações. Ontem estive o dia inteiro numa formação. Levantei o rabiosque da cama às cinco da manhã e cheguei a casa às dez da noite completamente estafada... e muito feliz! Segunda-feira começa o trabalho propriamente dito.
E o que reti durante o dia de ontem??

"O que fazemos na vida ecoa na eternidade"

O namorado não está a achar muita piada ao facto de ter de começar a cozinhar, a passar tempo sem a pequena e a não conseguir combinar nada de muito sólido com terceiros. Mas está igualmente feliz, eu sei!

Thursday, September 17, 2009

(inserir titulo aqui)

Ora que ainda não tive tempo absolutamente nenhum para aqui vir actualizar o meu template e etc e tal. Estou cansada. Tenho os pés estoirados pelos saltos altos novos que fiz questão de estrear sem me certificar que não iria andar 4578 km a pé (a propósito, acho que parti um dedo do pé e não dei conta... medo!). Estou feliz... mesmo!
Estou feliz porque, difícil como isto está, consegui emprego na área que me fascina. Estou feliz porque sei que daqui por três ou quatro semanas vou trabalhar no escritório, em casa e na rua, vou ter os meus próprios cartões de visita que vou fazer questão de guardar dentro de uma lindíssima caixinha de prata (alguém que se chegue à frente, va) vou andar com a agenda cheia de post its e memorandos para não me esquecer de nada, vou atender o telefone de manhã, à tarde e à noite, vou trabalhar durante a semana e ao fim-de-semana e vou andar com umas olheiras até aos joelhos. Eu gosto de trabalhar sob pressão. Gosto de sentir o tempo a escorrer-me pelos dedos como a areia da praia enquanto ando louca à procura de X ou Y resolução, desta ou daquela alternativa. Gosto, pronto.

Wednesday, September 16, 2009

Considerações acerca

Na verdade só bati com a cabeça no computador cerca de três vezes. Foi produtivo. Estou a ser hipócrita, foi fantástico e gostei de tudo e de todos. Estive toda a manhã metida numa sala de reuniões. Acho que tive uma sorte do caraças porque estou a 3 minutos de casa a pé e tenho duas horas inteirinhas para dar beijinho ao namorado. Sobretudo porque o namorado fez almoço à menina. Estou feliz.

Tuesday, September 15, 2009

Trabalho e coisas...

Eis que não me esqueci de aqui vir escrever.
Hoje foi, definitivamente, um dia giro. Passei umas duas horas a revirar os armários, que são dois, e surpresa: não tenho nada para vestir. Acabei por pegar no conjunto mais óbvio e voei para uma entrevista de emprego. Ok, foi a segunda fase de uma entrevista e os senhores, pelos vistos, até me acharam piada porque telefonaram-me ainda agora e começo já amanhã.
Vou entrar no mundo do mercado de trabalho e ainda nem estou em mim. Já sonhei com passadeiras vermelhas para passear os meus saltos altos, ramos de flores e a comitiva a aplaudir-me no meu primeiro dia. Tretas. Amanhã, possivelmente, vou bater com a cabeça 234 vezes no portatil e desejar que seja fim-de-semana logo no dia a seguir.
Outras coisas, eu e o namorado lembrámo-nos de ter um cão. O giro da coisa é que eu já reservei o cão... e o namorado não sabe... e o cão vai ser-nos entregue no dia do meu aniversário... e vai ser prenda do namorado... mas ele não sabe... que vamos ter um cão.
Bom, de forma que hoje é tudo e amanhã cá voltarei. Se não cortar os pulsos durante o dia.

... e a estória do Sapatos Vermelhos

Dou início a este blog como forma de satisfazer emocionalmente todas as crises do meu íntimo. Tenho muitas. Julgo relevante dize-lo. Eu sei que é cliché e bla bla bla bla e depois?! Hoje saltei da cama e apeteceu-me criar um blog de maneiras que, se até ao final da semana não me esquecer de cá vir escrever é um ponto, meus amigos. Sendo assim, coiso.

 
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