Tenho medo que este misto de sensações e sentimentos que não conheco me matem por dentro. Me consumam a alma e me arranquem o coração. Lá fora apetece-me gritar, gritar tão alto para que não haja viva alma que não me ouça. Este silêncio a mim imposto está a matar-me aos poucos. Apetece-me correr para os braços que tão bem me conhecem o corpo e cuspir tudo o que me vai cá dentro para, no fim, receber um abraço e ouvir dizer que está tudo bem.
Por outro lado, aquieta-me o coração sabê-lo eu tão perto de mim. Saber que ele já me prometeu uma vida.
Esqueçamos então o que nos mata.
Unamo-nos uma vez mais, corpo com corpo, beijo com beijo, cheiro com cheiro. Deixamo-nos estar assim, num corpo só, porque ambos só temos uma certeza. Nós.

Por outro lado, aquieta-me o coração sabê-lo eu tão perto de mim. Saber que ele já me prometeu uma vida.
Esqueçamos então o que nos mata.
Unamo-nos uma vez mais, corpo com corpo, beijo com beijo, cheiro com cheiro. Deixamo-nos estar assim, num corpo só, porque ambos só temos uma certeza. Nós.

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