... esqueci-me de informar que na próxima segunda feira vamos buscar o nosso gatinho. Estou ansiosa e preocupada. Assombra-me a ideia de, eventualmente, acontecer tudo novamente. A criadora aquietou-me e disse-me que estava à disposição. Contou-me que em sete anos dedicados à criação de gatos persa nunca teve um doente.
Confesso que há uns dias reflecti muito e decidi adoptar um gatinho. O meu namorado disse-me que não. Sonhámos ter um persa e vamos tê-lo. E não era por não ter corrido bem à primeira que não iria correr à segunda. E eu acabei por lhe dar razão. Podemos, posteriormente, adoptar um gatinho (até porque todos os que tive e ainda tenho foram adoptados, de momento tenho um que está com os meus pais e está muitíssimo bem) contudo, vamos optar por comprar outro gato. O criador que nos vendeu o Bacardi devolveu-nos o dinheiro, segundo consta o menino já vinha doente, e não fazia sentido, de modo algum, utilizá-lo noutra qualquer coisa.
Uma amiga sugeriu-me que trouxesso o gato que está com os meus pais para o meu apartamento em circunstância de eles irem viver para fora do país. Confesso que ponderei a ideia mas depressa me dei conta que era impossível. O gato é completamente livre de paredes e de rotinas. Sobe às árvores para brincar, dorme nos telhados e passeia imenso no jardim lá de casa. Como é que eu traria um animal que está, desde sempre, acostumado a brincar na rua, a usufruir de algumas centenas de metros quadrados e que é muito feliz assim, para um apartamento? Então decidimos que serão os meus avós os felizes contemplados a cuidar do menino. Terá igualmente muito espaço para brincar, correr e subir às árvores. Vai, certamente, ser igualmente feliz.
Confesso que há uns dias reflecti muito e decidi adoptar um gatinho. O meu namorado disse-me que não. Sonhámos ter um persa e vamos tê-lo. E não era por não ter corrido bem à primeira que não iria correr à segunda. E eu acabei por lhe dar razão. Podemos, posteriormente, adoptar um gatinho (até porque todos os que tive e ainda tenho foram adoptados, de momento tenho um que está com os meus pais e está muitíssimo bem) contudo, vamos optar por comprar outro gato. O criador que nos vendeu o Bacardi devolveu-nos o dinheiro, segundo consta o menino já vinha doente, e não fazia sentido, de modo algum, utilizá-lo noutra qualquer coisa.
Uma amiga sugeriu-me que trouxesso o gato que está com os meus pais para o meu apartamento em circunstância de eles irem viver para fora do país. Confesso que ponderei a ideia mas depressa me dei conta que era impossível. O gato é completamente livre de paredes e de rotinas. Sobe às árvores para brincar, dorme nos telhados e passeia imenso no jardim lá de casa. Como é que eu traria um animal que está, desde sempre, acostumado a brincar na rua, a usufruir de algumas centenas de metros quadrados e que é muito feliz assim, para um apartamento? Então decidimos que serão os meus avós os felizes contemplados a cuidar do menino. Terá igualmente muito espaço para brincar, correr e subir às árvores. Vai, certamente, ser igualmente feliz.
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